A SUL
A sul
A Sul das minhas mãos encontro ocidentes
Universos de metáforas
Olhares mansos,,,tão serenos..
Nem a avidez dos desejos....nem a crueldade do poeta
Nem o sussurro do mar..conseguem penetrar
,,,esta linha recta
E encontra -se o olhar
Nas retinas fulgem as lutas as ânsias os sonhos
Cantam as noites em madrugadas
Cavam-se eternas olheiras
São mitos e sereias
São ondinas musos e escravas
As tagides de outras eras
Os mundos
As vidas
As longas esperas
São os eus mascarados de emoções
Somos nós os filhos de Camões
São as essências retiradas das pedras
,,,,que encontro a Sul das minhas mãos...
É enterro nesta terra que ,,,tinto de vermelho
Toda minha fragilidade que estendo ao Sol..
,,,como mísero escaravelho...
Margarida Cimbolini
A Sul das minhas mãos encontro ocidentes
Universos de metáforas
Olhares mansos,,,tão serenos..
Nem a avidez dos desejos....nem a crueldade do poeta
Nem o sussurro do mar..conseguem penetrar
,,,esta linha recta
E encontra -se o olhar
Nas retinas fulgem as lutas as ânsias os sonhos
Cantam as noites em madrugadas
Cavam-se eternas olheiras
São mitos e sereias
São ondinas musos e escravas
As tagides de outras eras
Os mundos
As vidas
As longas esperas
São os eus mascarados de emoções
Somos nós os filhos de Camões
São as essências retiradas das pedras
,,,,que encontro a Sul das minhas mãos...
É enterro nesta terra que ,,,tinto de vermelho
Toda minha fragilidade que estendo ao Sol..
,,,como mísero escaravelho...
Margarida Cimbolini



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