TEMPO MORTO
Tempo morto
Gostava de querer ver o Sol....
É de me sentar à beira do rio..
deixando correr os poemas que trago dentro e que nunca escrevi..
Gostava de querer ver o Sol....
É de me sentar à beira do rio..
deixando correr os poemas que trago dentro e que nunca escrevi..
Gostava de ouvir de novo o marulhar das águas....
escutar os pios das gaivotas...
e de os cacilheiros
a fazer.as travessias
sentindo os passos das pessoas sempre apressadas...a atravessar as pontes..
Naquele tempo também eu tinha pressa....mas retinha o tempo...ficava à beira do Rio..
cheia de certezas e de incertezas...
Ainda tinha tempo
Ainda queria ver o Sol
Agora sinto -me ausente! Ausente de mim
Sobra -me tempo pra matar..
Nunca gostei de matar o tempo....
Mato agora cada momento!
Não retenho o pensamento..
Espraio o olhar mas não vejo o Rio....
Vejo apenas o marulhar lento dos dias,das horas dos anos..
e quando acordo dos sonhos.....já passou muito tempo.
e já não vale a pena acordar!
Margarida Cimbolini
escutar os pios das gaivotas...
e de os cacilheiros
a fazer.as travessias
sentindo os passos das pessoas sempre apressadas...a atravessar as pontes..
Naquele tempo também eu tinha pressa....mas retinha o tempo...ficava à beira do Rio..
cheia de certezas e de incertezas...
Ainda tinha tempo
Ainda queria ver o Sol
Agora sinto -me ausente! Ausente de mim
Sobra -me tempo pra matar..
Nunca gostei de matar o tempo....
Mato agora cada momento!
Não retenho o pensamento..
Espraio o olhar mas não vejo o Rio....
Vejo apenas o marulhar lento dos dias,das horas dos anos..
e quando acordo dos sonhos.....já passou muito tempo.
e já não vale a pena acordar!
Margarida Cimbolini



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