TEATRO

TEATRO.
Nu
O pano não abriu
Rasgou
O teatro esventrado
Pariu
No esforço,na dor,,, caiado de lágrimas !
uivado ,,num grito,,,,,pintado de sangue....
Ceifado no âmago da gente....
o poema nasceu.....omnipotente....!
Sombras passaram... uma ... a..... uma...
em lava correram...
No uivo do lobo no silvo da..... serpente..
do negro da noite saiu o brilho do dia....
E cantou-se poesia......
Ali correram mares ,,,formaram-se Oceanos...
Em cascatas correram rios imensos...
dias e dias ,,meses .. ali suaram........milhares de anos ..
..........esgotaram-se os tempos.........
Cantada ....dita.... escrita...bailada.......ermita...
em gotas ardentes ergueram-se as vozes....
Nasceu nova era......recomeço de gentes.......
Do negro profundo....... saiu um outro mundo...........
Nas mãos que batiam.....ritmo,,,em silêncio... em surdina..
O Teatro dramático ...... fluido e espesso..........
Virou-se do avesso.........energia antiga.....
em panos corridos,,,em véus incontidos...... em versos ...em rimas
O tempo parado....expectante..... curvado....
fez-se água....amor....campina e prado........roubou a maresia
e escutou calado .....ouviu-se Poesia.....

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