O CÃO
CÃO
em que raio partilhado de trovão
terei eu nascido
onde estarias tu mente alucinante
.......alucinada raiz do mal,,,
enquanto o elan vital penetrava no meu corpo
dando-lhe vida.....
,,mantiveste-te luz e foste trevas quando estavas esquecida,,
transformas-te meu desejo puro em devassidão......
deste-me olhos que não tinha ...só para te ver...
,,,,a ti vaidosa ignorância,,a ti inveja ,,a ti ganância...
Querias cegar-me a alma.....
De raio e de trovão nascida,,,imortal luz....efémera vida..
Perdeste-me....no Santo Grall ,,,seguias-me desde o Verbo
,,,,,,,,,voltas agora para me tomar.,,,,,,,
vens como gato ou leão.....tornas rouca a minha voz
é a tua imagem que vejo no espelho.....
A mim filha de raio e de trovão....................
,,,,,,,,,,,,,,,,apesar de efémera nesta vida...........
meu livre arbítrio me guarda..... Cérebro fiel ruge e ladra ...
Vem.....mente enganosa perversa serva e dona dos mortais.
Não ....não sou eu quem te desafia..........
...nada posso contra ti......é o canto da cotovia.....é um beijo ardente
é a agua feita Mar....é o Sol quando baixo e prudente chama prá mim
..........................
É a vida......Mente.......a luz que entrou em mim e me guia......é ela
,,,,quem te desafia......
Margarida Cimbolini



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