DOCE
doce
um doce conchego
uns olhos de medo
uns olhos de sonho
iguais aos meus
meio piscos na luz
timidez que seduz
um doce conchego
uns olhos de medo
uns olhos de sonho
iguais aos meus
meio piscos na luz
timidez que seduz
corpo meigo tímido e ousado
um ser mal amado
medroso vigiando guardando
expansivo nos versos surdos
belos loucos e confusos
poesia extraída a ferros
~de raízes fundas,, sentida
poemas de amor de saudade
que nascem claros e se sujam na cidade
viver e ser poeta,,, , amar ..... amando sempre
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,é sensibilidade
,,, não deve esbanjar-se assim
é preciso guarda-lo conserva-lo na claridade
e cala-lo torna-lo tão esquivo que se torne raridade
o amor de um poeta é precioso frágil
num sopro tomba ,,,é mágoa....raro é felicidade...
é vinho novo perfumado,,,,,,,, quer silencio e suavidade......
Margarida Cimbolin.
um ser mal amado
medroso vigiando guardando
expansivo nos versos surdos
belos loucos e confusos
poesia extraída a ferros
~de raízes fundas,, sentida
poemas de amor de saudade
que nascem claros e se sujam na cidade
viver e ser poeta,,, , amar ..... amando sempre
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,é sensibilidade
,,, não deve esbanjar-se assim
é preciso guarda-lo conserva-lo na claridade
e cala-lo torna-lo tão esquivo que se torne raridade
o amor de um poeta é precioso frágil
num sopro tomba ,,,é mágoa....raro é felicidade...
é vinho novo perfumado,,,,,,,, quer silencio e suavidade......
Margarida Cimbolin.



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