PEREGRINA
Peregrina será esta minha tristeza
Mas é minha!
Não a levarei a Fátima..
nem a Loudres
nem a Lisieux
não vou passeà-la em locais sagrados
Guardo -a em mim
Que local sagrado será mais sagrado
que este coração onde pernoitam Anjos
onde palpitam fadas
Benta seja esta água
que cai dos meus olhos
E choro!
Choro de solidão que semeei
É não há foice que corte
as memorias desta ceara
nem moinho que moa este trigo
nem peneira que peneire
esta farinha
A vida há-de levedar este pão
É o resto há-de ser a morte!
Só ela pode separar este trigo do joio
.e só do seu julgamento
depende esta longa solidão
em que mergulho quando me pergunto porque moro nesta morada.
aqui onde os anjos pernoitam e adejam as fadas..
Mas é minha!
Não a levarei a Fátima..
nem a Loudres
nem a Lisieux
não vou passeà-la em locais sagrados
Guardo -a em mim
Que local sagrado será mais sagrado
que este coração onde pernoitam Anjos
onde palpitam fadas
Benta seja esta água
que cai dos meus olhos
E choro!
Choro de solidão que semeei
É não há foice que corte
as memorias desta ceara
nem moinho que moa este trigo
nem peneira que peneire
esta farinha
A vida há-de levedar este pão
É o resto há-de ser a morte!
Só ela pode separar este trigo do joio
.e só do seu julgamento
depende esta longa solidão
em que mergulho quando me pergunto porque moro nesta morada.
aqui onde os anjos pernoitam e adejam as fadas..



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