ENTRE AVIDA E A MORTE

Entre a vida e a morte
Dentro de mim
Cá dentro
mora o vento
o vento forte e liberto
que não tem dia nem noite
E o vento não tem sorriso
Vento norte e agressivo
Vivo...Vivo!
Vivo entre a vida e a morte
desde o dia em que nasci

A vida já a conheço
É princesa adormecida
Cavalo manso ou de corrida
Não se dá a quem precisa
mas sim a quem a merecer
A morte essa Não mente
vai certeira, vai em frente
Mil vezes se sente e pressente
É o vento moribundo
Que me rouba a brisa
Que me enterra fundo
/////
Dá-me tempo
Da -me tempo
Eu ainda Não nasci
Se vou depressa demais
Dá-me tempo se o perdi
Não escutes o vento
Ele mente
Ou fui eu que a ele menti..
Margarida Cimbolini

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