INQUIETA
INQUIETA
na quietude de mim
inquieta me sinto
formigam as mãos
como galhos de amendoeira
na quietude de mim
inquieta me sinto
formigam as mãos
como galhos de amendoeira
Tristeza surda e traiçoeira
bem a conheço e ao seu pranto.
De peito aberto coando interjeições
agruras e memórias são traições
esqueço-me de mim....engulo estas paixões !
Vou de novo levantar estes véus que me inquietam
mas com que mãos....se me dizem que estas pecam !
Pecariam meus dedos em prisões ?
Será outra ...esta que por mim se inquieta ?
esta de olhos trémulos, louca, desusada e incerta
que se perde entre ideias e ações..
inquieta de ontem de á pouco e de agora...
alma inquieta que chora.......
Sai de mim !.... nenhuma inquieta aqui mora....
Margarida Cimbolini
bem a conheço e ao seu pranto.
De peito aberto coando interjeições
agruras e memórias são traições
esqueço-me de mim....engulo estas paixões !
Vou de novo levantar estes véus que me inquietam
mas com que mãos....se me dizem que estas pecam !
Pecariam meus dedos em prisões ?
Será outra ...esta que por mim se inquieta ?
esta de olhos trémulos, louca, desusada e incerta
que se perde entre ideias e ações..
inquieta de ontem de á pouco e de agora...
alma inquieta que chora.......
Sai de mim !.... nenhuma inquieta aqui mora....
Margarida Cimbolini



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