FLORES SEM PERFUME DIA DA MÃE 5 DE MAIO 2O15
Flores sem perfume
Um cesto de Margaridas...
amargas flores
lindas nas suas cores vivas
brancas e amarelas
quem me dera quem mas deu !
ou ser uma no meio delas...
Um cesto de Margaridas...
amargas flores
lindas nas suas cores vivas
brancas e amarelas
quem me dera quem mas deu !
ou ser uma no meio delas...
Flores ou jóias de prata
flores ou jóias de sangue
flores pérolas de lágrimas
recebi-as e eram belas !
Mas traziam tantas mágoas
que mais mágoa foram elas !
Que mãos seriam aquelas
que no cesto as dispuseram ?
não seriam mãos de amor
nem um beijo numa flor.......
Tristes as Margaridas....
não traziam um sorriso
nem um olhar de criança
eram apenas flores
sem sonho ...nem magia...sem esperança....
Vieram por mensageiro
um bilhete bem gravado
escrito por teclado
nem um nome ....nem um cheiro
nem um encontro marcado
e nem uma assinatura
um bilhete assim traçado magoa....
é uma espada dura ....
Pobres das minhas flores
nascidas e bem fadadas
dos campos de onde vieram
seriam talvez perfumadas.....
agora nas minhas mãos
de mim ........
só tinham o nome....
de quem as mandou.....sei lá
traziam tanto azedume
uma lembrança tão vã
que eram flores sem perfume
não tinham odor nem lume..
mas uma muito escondida
pequena flôr perdida
em laços e azevinho...
murmurou muito baixinho.....
esta palavra pequena
que me encheu de carinho,,,,mãmã.......
Margarida Cimbolini
arte Auber Fioravante Júnior
flores ou jóias de sangue
flores pérolas de lágrimas
recebi-as e eram belas !
Mas traziam tantas mágoas
que mais mágoa foram elas !
Que mãos seriam aquelas
que no cesto as dispuseram ?
não seriam mãos de amor
nem um beijo numa flor.......
Tristes as Margaridas....
não traziam um sorriso
nem um olhar de criança
eram apenas flores
sem sonho ...nem magia...sem esperança....
Vieram por mensageiro
um bilhete bem gravado
escrito por teclado
nem um nome ....nem um cheiro
nem um encontro marcado
e nem uma assinatura
um bilhete assim traçado magoa....
é uma espada dura ....
Pobres das minhas flores
nascidas e bem fadadas
dos campos de onde vieram
seriam talvez perfumadas.....
agora nas minhas mãos
de mim ........
só tinham o nome....
de quem as mandou.....sei lá
traziam tanto azedume
uma lembrança tão vã
que eram flores sem perfume
não tinham odor nem lume..
mas uma muito escondida
pequena flôr perdida
em laços e azevinho...
murmurou muito baixinho.....
esta palavra pequena
que me encheu de carinho,,,,mãmã.......
Margarida Cimbolini
arte Auber Fioravante Júnior



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