BETY ...A MORTE

A morte
Sempre o inevitável da morte
o corpo frio inerte
a encher-me de impasses
soçobro no ar que se não respira
borboleta tonta canso de voar
nem amor ,nem paixão e nem poesia
apenas essa viajem essa ida
nessa esquina da vida
onde a vida parou
foge a inspiração
nada conheço da morte
e nada conheço da vida
o nada torna-se buraco grande
onde vida e morte são apenas ir
e vou melancólica apenas e triste
vou a parte nenhuma
secam as palavras
a dúvida recomeça e persiste
morte e vida única certeza que existe
inexorável destino sem saída
foi-se mais uma vida
a vida não tem dimensão
é vida!.......frágil pequena ou genial é vida!
minha pequena vida de ilusão
grão de areia que me enchia a solidão
vai agora ser mais uma memória
que farta que eu estou de memórias !!!
para ti esta minha pequena canção
Margarida Cimbolini
(dedicado á minha pequena Bety ,a minha amiga de há muito)
(morreu hoje a minha cadelinha que a sua ida seja suave como
....ela foi em vida )

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