CEARAS DE LUZ
,CEARAS DE LUZ
fundas olheiras encontro
quando olho em olhos meus
são tantos os desencontros
que já não sei quem sou eu
são mil caras mil cantigas
dores humanas que sinto
que colho em molhos de
,,,,,,,,,, espigas
voltei o em torve linhos
envolta em mil saris ,,,redopio
em sedas raras que me despem
,,,,,,,, e revestem levando
com elas a pele dos segredos
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,me contam
revoltam-se os eus em batalha
,,,,,,,,e roda esta face muda
pelos protestos calada
,,,fosse eu uma arma seria,,
seria então uma espada
cortaria os cabelos rente
,,,,,,,,,,,,,,,seria menos que nada
Vem comigo minha lira
,,,cante-mos alma encantada
roda esta roda viva ,,roda a roda fadada
,, dos mil olhos desta roda
,,acaba a ceara ceifada
não sou eu a mondadeira
serei a que foi mondada...
Margarida Cimbolini



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