SOLFEJOS
Solfejos
deslizei as palavras no teu corpo
meus dedos voaram em solfejos
corriam meus pensamentos
deslizando noutros silêncios
em beijos que nunca te dei
carícias que encasuladas deixei
gemia sob o teu corpo
sob as pálpebras dos olhos chorei
,,,,,,,,quis amar-te e transbordei
fizeste correr em mim rios já calados
que gritaram por outros barcos ancorados
queria palavras de amor arrepios de calor
e tive rasgos de dor
transformei a noite em dia
e todos os sinos tocaram a rebate
simulando num amor sem alma
incêndios sem labaredas
o corpo deitado gemia num queixume
menti chamando-lhe lume
,,,,,não era esse lume que eu queria
nada fiz ,,como fugir ao dia....
Correr não se pode,,,,quando o caminho assim nos foge !
deslizei as palavras no teu corpo
meus dedos voaram em solfejos
corriam meus pensamentos
deslizando noutros silêncios
em beijos que nunca te dei
carícias que encasuladas deixei
gemia sob o teu corpo
sob as pálpebras dos olhos chorei
,,,,,,,,quis amar-te e transbordei
fizeste correr em mim rios já calados
que gritaram por outros barcos ancorados
queria palavras de amor arrepios de calor
e tive rasgos de dor
transformei a noite em dia
e todos os sinos tocaram a rebate
simulando num amor sem alma
incêndios sem labaredas
o corpo deitado gemia num queixume
menti chamando-lhe lume
,,,,,não era esse lume que eu queria
nada fiz ,,como fugir ao dia....
Correr não se pode,,,,quando o caminho assim nos foge !



Sempre profundo teus poemas... curto muito!
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