COMBOIO DO DESERTO
COMBOIO DO DESERTO
onde parou
,,onde o tomei
pela bruma não enxerguei
era o fim do teu amor
tinhas partido
no claro ,,escura era a vida
tudo de mim se despia
metade de mim ia contigo
outra metade não sabia.....
os véus seriam opacos
ou era eu que não via
fiquei com herança pesada
mas leve me parecia
a gaiola mais fechada
a prisão mais defendida
um amor que começava
esquizofrenia
o silêncio mais pungente
que já vi em ser vigente
alma sem cor e sem rumo
um rei no meio de deserto
alguém que me deu prumo
caminho mais tortuoso
não podia ter tomado
mas não conhecia pecado
se amava por ter amado...!
e por aqui se passeia
não dá nada ,,,,não quer nada
aceita os amores que eu invento
anda ao sabor do meu vento
alma doce bem amada
irmão que me quer amada
mas vazio de tudo
vive da minha água
e os amores passageiros
os rostos do mundo inteiro
e o coração sozinho
e esta ave sem ninho
e este corpo aflito
que se maneia maldito
vindimando na vindima
tombando montanha acima
tombando montanha abaixo
falando com seus segredos
enredando seus enredos
escondendo bem os seus medos
aguardando uns olhos tristes
e gritando um amor gritado
e jorrando mel em lago
bebendo vinho de um trago
,,é assim que o embriago....
onde parou
,,onde o tomei
pela bruma não enxerguei
era o fim do teu amor
tinhas partido
no claro ,,escura era a vida
tudo de mim se despia
metade de mim ia contigo
outra metade não sabia.....
os véus seriam opacos
ou era eu que não via
fiquei com herança pesada
mas leve me parecia
a gaiola mais fechada
a prisão mais defendida
um amor que começava
esquizofrenia
o silêncio mais pungente
que já vi em ser vigente
alma sem cor e sem rumo
um rei no meio de deserto
alguém que me deu prumo
caminho mais tortuoso
não podia ter tomado
mas não conhecia pecado
se amava por ter amado...!
e por aqui se passeia
não dá nada ,,,,não quer nada
aceita os amores que eu invento
anda ao sabor do meu vento
alma doce bem amada
irmão que me quer amada
mas vazio de tudo
vive da minha água
e os amores passageiros
os rostos do mundo inteiro
e o coração sozinho
e esta ave sem ninho
e este corpo aflito
que se maneia maldito
vindimando na vindima
tombando montanha acima
tombando montanha abaixo
falando com seus segredos
enredando seus enredos
escondendo bem os seus medos
aguardando uns olhos tristes
e gritando um amor gritado
e jorrando mel em lago
bebendo vinho de um trago
,,é assim que o embriago....



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