,,NUA ANCES,,
NUA,,ANCES
neste vale despido
onde me encontro
como irei eu meter-me
,,em tais pelejas
há muito desisti de lutar
,,com a mente
luta inglória e desigual
,,que por mim
vence a luz
se por graça nela me centro
a alma não luta ,,sente e consente
os meus desvarios...
profana
,,não demente
na minha lucidez vidente
me sento e escuto
estará meu ouvido doente
ou uma nota dissonante rompe
,,a cada instante
o cantar da cotovia
a alma em tréguas trás-me sempre
procurada melodia.....
neste vale despido
onde me encontro
como irei eu meter-me
,,em tais pelejas
há muito desisti de lutar
,,com a mente
luta inglória e desigual
,,que por mim
vence a luz
se por graça nela me centro
a alma não luta ,,sente e consente
os meus desvarios...
profana
,,não demente
na minha lucidez vidente
me sento e escuto
estará meu ouvido doente
ou uma nota dissonante rompe
,,a cada instante
o cantar da cotovia
a alma em tréguas trás-me sempre
procurada melodia.....



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