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POESIA EM ALTA FLOR BELA ESPANCA
Um dia Florbela encontrou-se consigo mesma e definiu-se assim:
“Sou uma céptica que crê em tudo, uma desiludida cheia de ilusões, uma
revoltada que aceita, sorridente, todo o mal da vida, uma indiferente a
transbordar de ternura. Grave e metódica até à mania, atenta a todas as
subtilezas dum raciocínio claro e lúcido, não deixo, no entanto, de ser
uma espécie de D. Quixote fêmea a combater moinhos de vento, quimérica e
fantástica, sempre enganada e sempre a pedir novas mentiras à vida, num
dom de mim própria que não acaba, que não desfalece, que não cansa!
”
(Cart
a de Florbela Espanca a Guido Battelli datada de 27 de Julho de 1930)
Nasceu para o mundo e para a poesia no dia 8 de Dezembro de 1894 em
Vila Viçosa, distrito de Évora, Portugal. Quando saiu do ventre da mãe,
esta terá dito: “É uma flor” e “Flor se chamará!”
Nunca morreu porque a seiva poética que trazia no sangue até hoje corre nas veias de quem a lê.
Este grupo é para todos aqueles que sentem os odores-palavras de
Florbela e que querem continuar embriagados pela sua seiva poética e
imortal.
Partilhemos poesias preferidas, sentidas, amadas, vividas, continuemos a espalhar o Perfume de Florbela
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