EXILADA
sim ,,,,meu senhor,,,, meu amado entro por tua mão ,,,,,,,neste sagrado portão onde entrar me foi dado de grande,,,,,, te peço perdão ,,,,,,mas na tua suavidade me tornarás tão humilde,,,,,,, que na minha alma ,,,, ressoe essa claridade não te ponho nome nem tua música sei,,,,,ou se escuto venho como mulher,,,, mortal ,,,,, carnal de ti tenho indícios,,,,,fáceis,,,,,frágil escorrendo ,,, amor ,,,,, e tendo amado em mim ressoa enorme dor sendo que te tive .,,,,, e te tiver deixado do teu verbo saída,,,,,, vagueando no teu prado ensandecido te chama meu coração torna nesta vida ,,,, de amante e,,,,, amada rasga ,,, fere ,,,, entre mim e ela põe a tua espada enche de amor ,,,, esta vida apenas nada.. margarida cimbolini |




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