ESPERA
Espera
ficou no mato esperando
que serenasse a vida
que viesse a lua cheia
que água tivesse cheiro
que dela nascesse ribeiro
gostava de ser sereia
que mundo tivesse par
queria o soldado na paz
que nunca tivesse que dar
,,,,,,,uma vida para matar
esperava gozando seu estado
de guerra e paz
cansada de tanto amar
esperava esperando o mar
que serena calmaria,,
,,onde nem o vento ouvia
esperança de terra macia
olhos largando saudade
no corpo nu ria sem rima
,,,,,,sentia a pele aguçada
de mais que um,,,pirilampos
esperava antes da lavra,,,,
,,,tal como esperam os campos.
Margarida Cimbol
ini.



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