O CIO DAS ÉGUAS CORRE NO CGEIRO DO VENTO
o cio das éguas corre no cheiro do vento
mulheres de longos cabelos
abundância de amor
oriundas de terra quentes
passeiam em cavalos sem celas
nos olhos rasgados dos cavalos
brilham as planícies
o cio das éguas corre no cheiro do vento
são suas crinas enredos de linho desfiado
musas de todos os poetas as mulheres
belas e fortes na sua pele morena
enfeitam os cabelos com violetas
riem de lábios rubros
sentindo o desfrute do vento
galopando apertam os joelhos
são corpos unidos com os animais
e ouvem-se gritos de luxúria e abandono
misturam-se os suores voam os pensamentos
tudo se move rápido e lento
no ar nunca respirado corre o rio da vida
é o começo do Inverno em breve virá a neve
mas na planície acontecem múltiplos orgasmos
é a terra bailando sem peias e celebrando o amor
margarida cimbolini
mulheres de longos cabelos
abundância de amor
oriundas de terra quentes
passeiam em cavalos sem celas
nos olhos rasgados dos cavalos
brilham as planícies
o cio das éguas corre no cheiro do vento
são suas crinas enredos de linho desfiado
musas de todos os poetas as mulheres
belas e fortes na sua pele morena
enfeitam os cabelos com violetas
riem de lábios rubros
sentindo o desfrute do vento
galopando apertam os joelhos
são corpos unidos com os animais
e ouvem-se gritos de luxúria e abandono
misturam-se os suores voam os pensamentos
tudo se move rápido e lento
no ar nunca respirado corre o rio da vida
é o começo do Inverno em breve virá a neve
mas na planície acontecem múltiplos orgasmos
é a terra bailando sem peias e celebrando o amor
margarida cimbolini



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