AMADA


AMADA

dentro de mim mora o tempo
....................e o tempo ama a morada
,,,,,,,,,tenho seus casulos nos olhos
e de azul forrei a alma
.......................para ele aconchegada
perco-me nos seus recantos
inquieta.........................................
dormida e sonhada
sou ave caída,,,, derrubada pelos beijos
deste meu amante terno
,,,o tempo,,,......................................
que a ele me tem ancorada
por um instante ,,,,por um momento...
sou força,,,,,amorosa bainha de espada
guerreira da vida,,,,, que o tempo formou,,,
vinda das terras do fim do mundo
............................onde este tempo me levou
....................tudo vi ,,,,,e não sei nada.........
,,,,,,,,,,,,,,dormida,,,,serena ,,,,,deitada...
,,,,,,,,,,espero dele tudo que o tempo
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,pode dar há sua amada
.................menos que tudo não serve,,,,
não cabe em alma assim nada
.......................então o tempo adormece,,,,,
.....................................no lirismo do meu verso
dormimos e amanhece......................

suave,,,,,,,,, alinha meu riso,,,,,,,,,e quando o amor acontece..
vem de dentro ,,,,,alarga e cresce ,,,,,,e aí me sinto amada...

Margarida Cimbolini.

Sir Frederic Leighton (1830-1896), Flaming June, 1895, Museo de Arte de Ponce, olio su tela, cm 120x120

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