CLARINS
CLARINS
Clarins tocam cada dia numa contradança
contradança danada
hoje assim se requebra e dança
no ombro o arco e a lança
amanhã se quebra cansado
e maldição
fica calado olhando a lua na parede de betão
a escada parece montanha
íngreme na subida
falsa a cada degrau ,,,,uma agonia
e tem hora....... não fica ....não vai embora
Nem ama nem sai de cima
e eu que sou branda....
chega sem jeito
engole a poesia e põe defeito...
come a comida fria.....o fogo estava lá.....agora está desfeito
virgem Maria ,,,,,,leva-me .....saca-me ....tira...
que não aguento este preceito......
margarida cimbolini



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