CONFISSÃO
Confissão
Quero ser tua como nunca quis ser de ninguém
branca e nua
com amor ou sem amor
com paixão ou sem paixão
não me interessam as pedras da rua
e nem que se me feche outro portão
pecado seria ser tua
e aceitar de mim própria o ,,não,,
foram muitos os amores
,,,,,,,,,,,,,,,a alma nálguns foi união
e a todos respeito
por todos tive paixão
nunca menti ao amor
,,,,,,,,,,,,,,e não vou mentir-lhe agora
já foi tempo de mais ilusão
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Quero ser tua e ser poeta
,,,,,,,,,,,,,,servirei a poesia
e tu serás minha meta
O mar ruge entre os corpos
e diz-me das altas vagas,,,dos escolhos,, e das fragas
na areia há pegadas mortas ,,,,,,,,
Mas tem o amor destas rotas
destas marés sobranceiras
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,em que sendo o ser tão forte....
sente as raízes,,, os sons,,,,, enche as narinas de ar
e lança-se no vento norte
É um sopro sem soprar
um pão que não quer fermento
uma vida já sem morte
um ser que só quer amar deixando a razão e a sorte
Quero mesmo ser dálguém,,,de ti....
pertencer ser coisa tua,,,tal como do céu é a lua ,como do sol é o brilho...
eu me entrego há trovoada,,que sejas tu o trovão
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,e eu serei tua amada...
Margarida Cimbolini.



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